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Babel, ou o céu é o limite: O arquivo em Michel Foucault

O artigo visa revisitar a definição de arquivo em Michel Foucault e a sua relação com a arqueologia do saber, a partir da obra homónima do filósofo. O arquivo não é a biblioteca sem tempo nem lugar de todas as bibliotecas, resultante da soma dos textos conservados por uma cultura como documentos do seu passado e que testemunham a sua identidade permanente, entesourados para disponibilizar livremente às gerações vindouras. O arquivo é o sistema geral da formação e da transformação dos enunciados, é o conjunto de regras que, numa dada época e para uma determinada sociedade, definem os limites e as formas da dizibilidade, da conservação, da memória, da reactivação, da apropriação, que se aplicam aos discursos. Caracterizado antes de mais pela sua produtividade, o arquivo foi elevado pela tecnologia digital e a cibercultura ao nível inédito de heterotopia de uma Babel moderna.

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