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RCL 40 _ Escrita, Memória, Arquivo

Respigar na banalidade ou o devir imperceptível da citação

Numa progressão circular, tenta-se neste artigo demonstrar como a partir de um plano de banalidade (ou imperceptibilidade) é possível compor um outro plano, ontográfico (de escrita do ser unívoco ou do ser-texto), na imanência de uma afirmação não narrativa e hetero-autoral constituída por blocos textuais intuitivamente respigados (citações, inserções, implantes) de modo a estabelecer um novo tipo de enunciado. O devir imperceptível desses mesmos blocos efectua ainda, num só movimento de duplo sentido, um ritornelo, ciclo vicioso onde essa composição imanente devém (retorna), por sua vez, imperceptível e banal. Da banalidade à composição inaudita e volta, eis a vertigem que se tenta aqui instaurar para a inauguração da possibilidade de um autor arquipélago.

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