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Proto e pós-televisão: Adorno, Bourdieu e os outros, ou na pista da "qualimetria"

A massificação da televisão dá-se ainda em plena «proto-história» do meio. Na Europa, é num contexto de monopólio televisivo de serviço público que se verifica, fundamentalmente no pós-Guerra, a radicação do meio e a sua popularidade.

Numa época em que se confrontam conflitualmente proto e pós-televisão, o certo é que muitos são ainda os pontos de encontro entre modelos televisivos contraditórios: o modelo proto-histórico, com a doutrina do pedagogismo televisivo e da televisão generalista, e o modelo actual, no novo contexto da multiplicidade da oferta e da interactividade emergente.

Pensar a televisão e o seu «dispositivo» algumas décadas após Adorno e McLuhan, e também após a «mundovisão», remete de facto para uma impressão que permanece constituída por vários pólos de observação possíveis, remetendo a análise para uma lógica proteiforme que afasta ainda mais o «objecto» da leitura que coloca a televisão como um instrumento de dominação simbólica.

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